Um dos maiores erros no processo de reabilitação é considerar apenas a ausência de dor como sinal de que está tudo bem para voltar ao esporte. A dor costuma desaparecer muito antes de força, propriocepção e controle motor estarem realmente restabelecidos.
O retorno seguro ao esporte segue critérios objetivos: testes de força comparando o lado lesionado com o saudável, testes funcionais específicos do esporte praticado e uma progressão gradual de intensidade — não um “tudo ou nada” no primeiro dia de volta.
Pular etapas nessa progressão é a principal causa de recidivas, que costumam ser piores que a lesão original. Um bom protocolo de retorno ao esporte reduz drasticamente esse risco.